Um bêbado encostado num poste, cambaleando com as pernas, apoiando-se com uma das
mãos num poste e com a outra dando batidinhas no mesmo, como se o poste fosse uma
porta: “Toc-toc-toc... toc-toc-toc...”.
Passa um gozador e mexe com ele:
- Ô,
bebum! Não adianta bater! Não tem ninguém em casa!
- Lógico que tem, a luz tá
acesa!